Outras Informações

Tese de Doutoramento em Regime de Cotutela Internacional

A elaboração de tese de doutoramento em regime de cotutela internacional aplica-se aos doutorandos da Universidade de Lisboa (ULisboa) que, no âmbito da elaboração de tese de doutoramento em programas doutorais congéneres reconhecidos como tal pela ULisboa e por uma instituição universitária estrangeira parceira realizem essa componente dos programas doutorais sob a orientação de, pelo menos, um professor de cada Universidade.

Os dois coorientadores exercem, em conjunto, o acompanhamento e supervisão do trabalho desenvolvido pelo estudante, o qual defenderá a sua tese, uma única vez, na Universidade de Lisboa ou na universidade parceira.

Para o efeito, deve ser estabelecido um convénio entre as instituições participantes e o doutorando, elaborado nas condições previstas no Regulamento de elaboração de tese de doutoramento em regime de cotutela internacional da ULisboa.

 

Condições e Instrução do Processo

Condições
  1. Confirmação por parte do orientador na FLUL da existência de um doutoramento considerado congénere na instituição envolvida (informação a constar da confirmação de aceitação de coorientação passada pelo professor da FLUL).
  2. Cópia da confirmação da inscrição do doutorando na instituição de origem (declaração passada pela instituição de origem ou comprovativo de inscrição).
  3. O doutorando tem de ter dois coorientadores, um de cada uma das universidades, e estas têm de assinar um acordo formal por cada estudante, que defina os termos exatos da cotutela.
  4. Realização de um período de trabalho em cada uma das instituições em que se desenvolve o doutoramento: o período de trabalho a realizar em cada uma das instituições terá uma duração mínima de um ano letivo (com pelo menos 9 meses de presença efetiva), podendo corresponder a dois semestres intercalados, tendo de decorrer após a assinatura do acordo de cotutela (não pode ser obtido por creditação). Este período deve decorrer depois da assinatura do convénio de cotutela e não pode ser inferior a 30 % do prazo previsto para realização da tese.
Instrução do Processo
  1. O doutorando manifesta interesse em realizar o seu doutoramento em regime de cotutela ao seu orientador, ou vice-versa.
  2. O orientador e o doutorando elaboram o programa de trabalhos, com a respetiva calendarização, a realizar na universidade parceira, desenvolvendo os contactos necessários para a sua efetivação.
  3. Havendo parecer favorável do coorientador da universidade parceira, o professor orientador na FLUL ou o candidato a doutoramento em regime de cotutela entra em contacto com a Divisão de Relações Externas - Núcleo de Cooperação Internacional, para dar inicio ao processo de Acordo de Cotutela, enviando, por e-mail para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar., os seguintes documentos:
    • Confirmação de aceitação de coorientação passada pelo professor da FLUL
    • Confirmação da inscrição do doutorando e nome e contacto do orientador na instituição de origem
    • Programa de trabalhos, com a respetiva calendarização
    • Acordo de Cotutela em versão editável, preenchido com os dados da instituição de origem, de acordo com o modelo da ULisboa
Acordo de cotutela

O regime de cotutela efetiva-se mediante a celebração de um acordo prévio entre as instituições parceiras e o doutorando, tendo como referência a minuta disponível aqui em português ou em inglês.

Este acordo é assinado em português e/ou inglês. O número de exemplares originais são tantos conforme o número de intervenientes.

O doutorando tem que renovar anualmente a inscrição nas duas instituições: na de origem e na de acolhimento. Os estudantes externos pagam o emolumento referente à matrícula anual na FLUL.

Defesa da tese

O doutorando apresentar-se-á a provas públicas, uma única vez, na instituição que as partes definirem como local de defesa da tese.

A constituição do júri deve estar em conformidade com as disposições legais e regulamentares em vigor nesta matéria nas duas instituições, envolvendo, no caso da ULisboa, o Conselho Científico da Escola responsável pelo programa de doutoramento

A composição do júri deve ser representativa, sempre que possível respeitando a paridade de elementos das duas instituições, devendo integrar, obrigatoriamente, um dos orientadores, ou ambos, caso estes sejam de áreas científicas distintas. O processo de nomeação do júri decorre de acordo com o estabelecido nas normas em vigor na instituição onde decorrem as provas.

Diploma

O grau de doutor é conferido pelas duas instituições no ramo de conhecimento em que o doutorando se encontra inscrito, depois da aprovação no ato público de defesa da tese.

Cada instituição emite separadamente o diploma que atesta o grau conferido, de acordo com os seus regulamentos específicos, devendo fazer menção à outra instituição enquanto parceira do doutoramento em cotutela.

Consulte aqui o Regulamento de elaboração de tese de doutoramento em regime de cotutela internacional da ULisboa.

 
Instrução do processo académico na Faculdade de Letras

Considerando que têm surgido dúvidas no âmbito da concretização dos doutoramentos em regime de cotutela, designadamente, no que respeita à necessidade de inscrição na FLUL e de formalização do respetivo processo académico do doutorando, esclarece-se o seguinte:

i) O aluno deve frequentar a FLUL durante um período mínimo de um (1) ano letivo;

ii) O aluno deve estar regularmente inscrito no Doutoramento em ambas as instituições parceiras do acordo de cotutela;

iii) O aluno deve apresentar junto dos serviços da FLUL todos os documentos necessários à correta instrução do seu processo académico, designadamente, comprovativos de matrícula e inscrição na instituição parceira, na FLUL ou de pagamento/isenção de propinas ou de outras taxas.

 

Pode consultar o Despacho original aqui.

Propinas

Consulte aqui informação sobre propinas de doutoramento.

 

Consulte os documentos fundamentais:

 

 

 

Regime Especial de Avaliação

Os alunos em mobilidade ao abrigo do Programa Erasmus+ ou de outros Programas de Intercâmbio terão acesso à época de avaliação final alternativa, conforme regime especial de avaliação previsto no artigo 3º, n.º 3, alínea h).

Para informações mais detalhadas, consulte o Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Europass

Se pretende inscrever-se num programa de ensino e formação, ou se está à procura de emprego ou de uma oportunidade para adquirir experiência no estrangeiro, é importante que as suas competências e qualificações sejam apresentadas de uma forma clara e facilmente compreensível.

Quais os benefícios

  • Ajuda os cidadãos a transmitir as suas qualificações e competências de uma forma eficaz;
  • Oferece uma ferramenta abrangente para os usuários com base num formato electrónico acessível;
  • Permite que pessoas com diferentes formações e experiências tenham acesso a oportunidades de aprendizagem e de emprego em toda a Europa, em particular, ajudando as pessoas a mover-se entre países ou entre os sectores laborais;
  • Promove fortes ligações entre a educação e a formação, a actividade comercial e industrial, assegurando a relevância contínua e adequada apreciação das competências e qualificações.

Quem pode beneficiar

  • Os grupos-alvo do Europass são, nomeadamente:
  • Alunos – candidatos a emprego – trabalhadores;
  • Empregadores – empresas (gestão de recursos humanos);
  • Estabelecimentos de ensino superior;
  • Estabelecimentos de ensino e formação.

O Cinco Documentos

Documentos a título individual

  • Europass Curriculum Vitae - permite-lhe registar todos os seus detalhes ao nível da educação e formação; experiência no mercado de trabalho; capacidades e competências pessoais, indispensáveis para a candidatura a um emprego ou uma oportunidade de aprendizagem.
  • Europass Passaporte de Línguas - permite-lhe descrever as suas competências linguísticas e as experiências e competências culturais, fundamentais para efeitos de aprendizagem e trabalho na Europa.

Documentos a serem emitidos pelas entidades competentes

  • Europass-Mobilidade (Centro Nacional Europass) - documento que regista qualquer período de tempo passado pelo seu titular noutro país europeu, para efeitos de educação ou formação profissional (percurso europeu de aprendizagem): um estágio numa empresa; um trimestre de estudos integrado num programa de intercâmbio ou uma colocação voluntária numa ONG.
  • O percurso europeu é monitorizado por duas organizações, estando uma sedeada no país de origem e a outra no país de acolhimento. Ambos os parceiros definem o objectivo, o conteúdo e a duração do percurso europeu de aprendizagem, sendo ainda designado um tutor no país de acolhimento.
  • Europass Suplemento ao Certificado (Entidades de Formação) - destina-se a pessoas que possuam um certificado de educação e formação profissional. Este documento acrescenta informação àquela que já consta do certificado oficial, facilitando a sua compreensão, principalmente por parte das entidades empregadoras ou organismos de outros países. O Europass Suplemento ao Certificado é emitido pelas entidades que atribuíram o certificado de formação profissional. O Europass Suplemento ao Certificado não é um substituto do certificado original nem um sistema de reconhecimento automático das qualificações.
  • Europass Suplemento ao Diploma (Instituições do Ensino Superior) - documento emitido em nome dos titulares de diplomas do ensino superior, juntamente com o seu certificado ou diploma de licenciatura. Este suplemento contribui para uma melhor compreensão das qualificações académicas de nível superior, sobretudo fora do país em que as mesmas foram atribuídas. O Europass Suplemento ao Diploma não é um documento de substituição do diploma ou certificado de licenciatura original nem um sistema de reconhecimento automático das qualificações.

Todos estes documentos e informações complementares estão disponíveis em:
http://www.europass.proalv.pt/np4/home.html

Erasmus Mundus

Erasmus Mundus é um programa de cooperação e mobilidade no âmbito do Ensino Superior que apoia projectos de cooperação e mobilidade entre a Europa e países terceiros. Tem por objectivo tornar a União Europeia num pólo de excelência, no domínio do Ensino Superior, de nível mundial e, ainda, promover o diálogo e a compreensão através da cooperação com países terceiros.

Erasmus Mundus representa:

Excelência Académica

131 Mestrados conjuntos, 34 Doutoramentos conjuntos, 40 Parcerias que oferecem curricula multidisciplinares combinando diferentes abordagens teóricas e práticas.

Mobilidade

10.000 bolsas de estudo para fomentar a mobilidade de estudantes, investigadores, docentes e pessoal não docente, ao mesmo tempo que promove o intercâmbio de conhecimento, de ideias, de abordagens.

Iinternacionalização

1 Programa de Cooperação e Mobilidade que, através da internacionalização do Ensino Superior, visa desenvolver uma sociedade baseada no conhecimento.

O Programa ERASMUS MUNDUS na sua segunda fase (2009-2013) integra três acções:

  1. Programas Conjuntos de Mestrado (1A) e Doutoramento (1B) de excelência oferecidos por um consórcio de no mínimo 3 Instituições de Ensino Superior (IES) europeias, ao qual se podem juntar Instituições de Ensino Superior de países terceiros. Esta Acção inclui, igualmente, a atribuição de bolsas para estudantes/doutorandos e docentes, que participem no Programa, para estudar/leccionar no mínimo em 2 IES europeias e nalguns casos até 6 meses numa IES de um país terceiro parceiro.
  2. Parcerias Erasmus Mundus (ex-Janelas de Cooperação Externa Erasmus Mundus): Esta Acção visa promover o estabelecimento de Parcerias entre Instituições de Ensino Superior europeias e de países terceiros através da organização de esquemas de mobilidade.
  3. Promoção do Ensino Superior Europeu através de projectos que realcem a atractividade e promovam a visibilidade do Ensino Superior europeu no mundo.
Quem pode participar?

O Programa Erasmus Mundus apoia:

• INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR (IES) que desejem implementar Programas Conjuntos de Mestrado/Doutoramento (Acção 1) ou estabelecer Parcerias entre Instituições de Ensino Superior europeias e países terceiros específicos (Acção 2).

• ESTUDANTES, INVESTIGADORES e DOCENTES que desejem realizar actividades de estudo, docência ou de investigação ao abrigo de um dos Programas Conjuntos (Acção 1) ou Parcerias (Acção 2).

• ORGANIZAÇÕES ACTIVAS NO DOMÍNIO DO ENSINO SUPERIOR que desejem desenvolver projectos de promoção do Ensino Superior europeu no mundo (Acção 3).

Pesquise Aqui os Cursos Erasmus Mundus

Para informações adicionais sobre o programa Erasmus Mundus contacte :

Estrutura Nacional Erasmus Mundus

Direcção Geral do Ensino Superior
Ana Mateus (Coord.)
Leonor Santa Clara (Ponto de Contacto)

Ponto de Contacto Nacional Erasmus Mundus
Leonor Santa Clara
Av. Duque D'Ávila nº 137
1069-016 Lisboa
Tel: 213126154
Fax: 213126020
e-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Erasmus Mundus Helpdesk: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.