Acompanhando os notáveis sucessos da tecnomedicina e da biologia nas margens da filosofia e das humanidades têm nascido desafios e interrogações que obrigam a repensar a espessura antropológica do ato médico.
Uma redobrada atenção à finitude, à dor e ao sofrimento humano e a extraordinária ascensão da iatrogenese e do mercantilismo renovaram a necessidade de problematizar o compadecimento e a empatia: como tematizar a alteridade para lá do dever do respeito e do princípio da autonomia?
A sessão conta com intervenções de Maria de Jesus Cabral e Manuel Silvério Marques, e moderada por Afonso Cavaco.
Entrada livre
Organização e informações: narrativmedicin@gmail.com