RHOSE #36 | Artivism Against Indifference: Belonging and Identification through a Common Cause

RHOSE #36 | Artivism Against Indifference: Belonging and Identification through a Common Cause

11 março 2025 17:00 - 18:30

Data: 11 de Março de 2025 | 17h00-18h30

Local: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa | Sala C138 A

Organização: CEAUL - Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa

Mais informações: gestao.ceaul@letras.ulisboa.pt | Neste website

Entrada Livre

rhose 361A indiferença é talvez o maior obstáculo à construção de um mundo mais inclusivo, justo e compassivo. O ativismo surge quando os indivíduos se conectam, levantam as suas vozes, envolvem-se e escolhem agir para promover mudanças significativas. Escritores, intelectuais e artistas desempenham um papel crucial na esfera pública, influenciando indivíduos e mobilizando comunidades locais, promovendo a paz, defendendo a justiça e reunindo apoio; tudo isto contribui para combater a indiferença. Quando a arte é utilizada para unir pessoas em torno de uma causa comum, emerge um sentimento partilhado de pertença cultural e identidade. Um exemplo marcante disto é a artista suíço-alemã Yael Jamina, que usa o Instagram como plataforma para divulgar o seu trabalho, envolver seguidores e promover o ativismo pela paz, demonstrando o poder do “artivismo” na promoção da mudança social.

Margarida Pereira Martins é doutorada em Literatura e Cultura Inglesas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2016) e professora auxiliar no Departamento de Humanidades da Universidade Aberta, Portugal. É investigadora no CEAUL (Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa) e membro do projeto de investigação Representations of Home. Os seus principais interesses de investigação centram-se na compreensão da identidade cultural e da agência através da análise das literaturas e culturas anglófonas pós-coloniais e diaspóricas. Através de uma abordagem interdisciplinar, Margarida explora as histórias que moldam as culturas e identidades contemporâneas, contribuindo para uma interpretação mais inclusiva das narrativas históricas.