Erguida há mais de seis décadas na Cidade Universitária, a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL) continua em expansão, e prepara-se agora para inaugurar um novo edifício no seu campus.
Inserida no conjunto arquitetónico da autoria do Arquiteto Porfírio Pardal Monteiro, a nova construção da FLUL alia modernidade e harmonia com o espaço edificado envolvente. Os traços do Novo Edifício, retilíneos e clássicos, ecoam o estilo de Pardal Monteiro e as incisões de Almada Negreiros, espelhadas nas suas fachadas, revelam-se nas linhas geométricas que atravessam todo o seu traçado ortogonal.
Esta nova construção, que responderá às atuais necessidades da Faculdade de Letras, compreende três pisos pelos quais se distribuem salas de aula de várias tipologias e gabinetes de professores, acolhendo, ainda, a Associação para o Desenvolvimento da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (ADFLUL), o Centro de Línguas da FLUL (CLi-FLUL) e o Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICLP).
Nesta página, poderá encontrar, em permanente atualização, todas as informações acerca deste projeto. Percorra todas as notícias relacionadas com a obra, entrevistas com os principais envolvidos e um arquivo vivo sobre a obra antiga, alimentado pela open call ainda ativa.
Professor Doutor Hermenegildo Fernandes - Diretor da Faculdade de Letras
"[I]nduz uma alteração na forma como vemos o ensino e vemos a investigação. Cria um espaço repousado, relaxado e luminoso – essa ideia de luz que orienta as nossas atividades."
Professor Doutor Hermenegildo Fernandes | Diretor da Faculdade de Letras
Arq.ª Manuela Oliveira, Arq.ª Ana Raquel Ferrão, Arq. Bruno Pereira e Arq. Gilberto Pedrosa - Equipa de Arquitetos
"Não há motivo algum para que o edifício da Faculdade de Letras não tivesse servido de inspiração face à riqueza, carácter e qualidade nele existente. A boa arquitetura é e será sempre inspiradora." Arq.ª Manuela Oliveira
"Nós acreditamos que a arquitetura, sobretudo, em contexto universitário deve criar as condições para o pensamento crítico." Arq.ª Ana Raquel Ferrão
"O que tentámos foi integrar o Novo Edifício naquilo que é a malha urbana do plano de Pardal Monteiro." Arq. Bruno Pereira
"Pretendíamos também trazer alguma contemporaneidade, ou alguma modernidade, para o Edifício." Arq. Gilberto Pedrosa
Professor Doutor Luís Ferreira - Reitor da Universidade de Lisboa
"Todos estes passos que estamos a criar, não só na Faculdade de Letras, mas em toda a Universidade, é precisamente para criar esse ambiente onde haja uma interação grande entre os estudantes, entre os professores, mas não entre os estudantes entre si – estudantes entre si e com os professores e os trabalhadores, técnicos e administrativos, e todos em conjunto."
Professor Doutor Luís Ferreira | Reitor da Universidade de Lisboa
Exposição “Conta-nos como era o PN!” recolhe testemunhos sobre antigo edifício
Está disponível a exposição temporária “Conta-nos como era o PN!”, até ao final do mês de junho, no Piso 0 da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Querendo assinalar a inauguração do seu Novo Edifício, a Faculdade de Letras procurou celebrar e difundir as memórias que a sua comunidade académica tem do complexo agora demolido, conhecido como “Pavilhão Novo” (PN), convidando alumni, docentes, investigadores, alunos e técnicos a submeter contributos que documentem a história do edifício.
Reúnem-se, agora, numa pequena mostra, as recordações de Carlos Costa, Miguel Moiteiro Marques, António M. Faria Martins, Henrique Matos, Ana Mayer, Inês Olaia, Paulo Petronilho, Selma Selmane, Samuel Simões, Ana Soares, Sara Vargas e Carla Vitorino, a partir das quais se esboça a vida do Pavilhão Novo ao longo dos anos..
O Novo Edifício da Faculdade de Letras: Sustentabilidade e Longevidade
À conversa sobre o Novo Edifício, diz-nos a Arq.ª Maria Manuela Oliveira que “Com muita felicidade, foi possível irmos ao encontro de soluções que justamente visam as boas práticas ambientais, otimizam recursos e promovem o conforto e o bem-estar dos seus utilizadores”.
Espera-se, efetivamente, que o Novo Edifício seja de um grande conforto para os utilizadores. Em permanente diálogo, a Direção e a equipa de arquitetos esforçaram-se, em conjunto, para garantir as melhores soluções materiais no que diz respeito à sustentabilidade e longevidade da nova construção. Através da utilização de elementos construtivos naturais e modernos, estima-se que o Edifício tenha um excelente desempenho térmico e acústico, perdurando de maneira sustentável.
Ainda que implicando uma maior despesa, a longevidade da obra passa pela adequação da sua materialidade. Ao sistema de cobertura invertida – opção aplicada na maioria das construções atuais – acrescentaram-se cobrimentos acústicos à base de fibras de madeira com aglomerado de cimento Portland, material respirável e impérvio ao bolor. A ventilação natural deverá provar-se uma alternativa aos sistemas de ar condicionado VRF, de resto presentes em toda a construção, garantida também pelo bom isolamento de todas as áreas. São também soluções sustentáveis as argamassas térmicas, a utilização de aglomerado negro de cortiça e de tijolo térmico. Contribui, igualmente, para o conforto a abundante quantidade de luz presente no Edifício, cuja temperatura é controlada pelos diferentes tipos de vidro usados, criteriosamente, em cada uma das fachadas.
Novo Edifício da FLUL reforça aposta nas Humanidades e na qualidade do ensino
“Significa que foi a Faculdade de Letras, basicamente, que conseguiu encontrar, de diversas formas, os meios financeiros para conseguir a realização desta obra”, diz-nos o Reitor da Universidade de Lisboa, Professor Doutor Luís Ferreira, à conversa sobre o Novo Edifício da Faculdade de Letras.
A nova obra, com inauguração prevista para este ano, representa um custo aproximado de dez milhões de euros e é financiada pela FLUL, pela ULisboa e pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do projeto de Impulso Adulto e Jovem STEAM. Efetivamente, e como afirma o Reitor, grande parte dos custos foram suportados pela Faculdade de Letras e pela Universidade de Lisboa: para um investimento total de 9 306 800 €, o PRR participou com 3 922 658 €.
Na entrevista publicada a 26 de março de 2026, o Reitor da ULisboa avança, ainda, que esta construção vem reforçar a área das Humanidades, substituindo um edifício, supostamente, provisório, mas que foi utilizado durante quatro décadas, em virtude da expansão da atividade da Faculdade de Letras.
Um dos quatro pilares desta Direção, o Novo Edifício vem suprir as necessidades atuais da Faculdade, complementando a sua atividade pedagógica e ampliando os seus espaços de ensino e investigação, e desafogando o Edifício Pardal Monteiro, permitindo uma requalificação das suas salas de aula e a devolução do edifício da Biblioteca à Biblioteca. O projeto do Novo Edifício, resultado de um trabalho colaborativo de quatro sucessivas direções, compreendia um prazo inicial de 15 meses. Findo o prazo da empreitada atual, de cerca de 19 meses, a FLUL irá ganhar salas para um total de 920 estudantes – 10 salas para 20 estudantes e 15 salas para 48 estudantes –, gabinetes de diferentes tipologias – individuais, duplos e triplos – para um total de 166 docentes, acolhendo, ainda, a ADFLUL (Associação para o Desenvolvimento da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), o CLi-FLUL (Centro de Línguas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) e o ICLP (Instituto de Cultura e Língua Portuguesa).
"São tantas e tão boas as minhas recordações do Pavilhão Novo nos longínquos anos 80 do século passado. Fecho os olhos e vejo António José Saraiva a beber um café, no bar. Vejo-me nas aulas de Inglês, do saudoso António Filipe Cartaxo que, nas apresentações orais dos nossos trabalhos, nos transmitia uma mensagem de calma, com as suas palavras: "take your time, don't rush." Recordo-me da professora Joana Rabinovitch, sempre sorridente, e do professor Manuel Frias Martins. Foi no PN que estudei as tragédias shakespearianas e as obras de D. H. Lawrence, T. S. Eliot, Gil Vicente, Eça de Queiróz, entre outros. Na altura, era um jovem, de vinte e poucos anos, recém-casado, com uma filha de tenra idade. Hoje, passados mais de 40 anos, sou um homem casado, a caminho dos 71 anos, marido, pai e avô de duas netas, que tanto amo. Jamais esquecerei os anos passados na "minha" tão amada FLUL, onde adquiri as ferramentas que me habilitaram a exercer a docência, das disciplinas de Português e Inglês, no ensino oficial. A minha eterna gratidão."
António M. Faria Martins | Línguas e Literaturas Modernas, variante Estudos Portugueses e Ingleses | licenciatura concluída em 1984
Sara Vargas | Filosofia | 2009-2012
"O pavilhão “novo” já não o era em 1992, quando entrei na FLUL. Mas, naquela época, a sua vetustez, na verdade, transformou esse local físico num enquadramento quase mágico para memórias inesquecíveis. As aulas começavam às 8h, de luzes acesas, para combater a escuridão que, no inverno, persistia lá fora. Aulas, colegas, professores continuam claros na minha memória - entre muitos momentos vividos na FLUL, pensando no pavilhão novo, lembro as aulas de Inglês, com o professor David Prescott; o dia em que o professor Frias Martins convidou o escritor Mário de Carvalho; a empatia da professora Marijske Boucherie; as aulas de Latim, com a professora Joana de Barros Baptista; o dia em que me apaixonei pela obra de Saramago; a manhã após o concerto dos Nirvana, em que a minha colega de secretária faltou à aula das 8h; as amizades que começaram naquele espaço, algumas das quais se colaram à minha pele até hoje, 34 anos depois."
Ana Soares | Línguas e Literatura Modernas, variante Português/Inglês | 1992-1996
CONTE-NOS COMO ERA O PN!
Quando se prepara a inauguração do Novo Edifício da FLUL, a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa está a criar um aquivo colaborativo sobre como era o antigo Pavilhão Novo (PN), e lança agora uma call a toda a comunidade académica.
Querendo difundir e valorizar a memória colectiva do edifício conhecido como “Pavilhão Novo”, a Faculdade convida toda a sua comunidade – alumni, estudantes, investigadores, docentes e técnicos – a enviar testemunhos que documentem a história do Pavilhão Novo:
Testemunhos;
Vídeos;
Fotografias.
Os interessados deverão submeter os seus contributos para novoedificioletras@letras.ulisboa.pt, acrescentando ao e-mail uma identificação sua (nome/curso/ano de frequência ou nome/função na FLUL) e uma legenda ou pequeno texto sobre o conteúdo submetido.
Uma vez que o material recolhido poderá vir a ser utilizado em conteúdos digitais, exposições temporárias e acervo visual da obra, o envio deste material implica a cedência dos direitos autorais e a autorização da utilização dos conteúdos submetidos para fins institucionais, promocionais e culturais (sempre com indicação da autoria).
A obra do Novo Edifício da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa foi financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (recuperarportugal.gov.pt), no âmbito do projeto Impulso Adulto e Jovem STEAM.
Esta página encontra-se em constante atualização.
Eleições intercalares FLUL 2025 – Estudantes
A Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL) torna público, através do Despacho n.º 7/D/2025, o calendário eleitoral para a eleição dos Representantes dos Estudantes nos órgãos da Faculdade.
A Universidade de Lisboa atribui, a título excecional, as distinções de Professor Emérito e de Investigador Emérito a professores catedráticos ou associados — jubilados, aposentados ou reformados — e a investigadores coordenadores ou principais, aposentados, que se tenham destacado pelo mérito da sua atividade académica e científica, pelo prestígio alcançado nas suas áreas de especialização e pela sua relevante contribuição para a projeção nacional e internacional da Universidade.
Conheça os Professores Eméritos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Professora Emérita | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 06/2023
Nota Biográfica
Professora de Literatura Comparada na Faculdade de Letras, Helena Carvalhão Buescu foi docente desta Faculdade entre 1978 e 2022, tendo também colaborado regularmente, como docente e conferencista convidada, com Universidades da Europa, Brasil e EUA, nomeadamente Harvard, Princeton, PUC-Rio, UE Rio de Janeiro, São Paulo, Cambridge ou King's College London.
Os seus principais interesses de investigação centraram-se nos séculos XIX e XX, bem como em questões teóricas da literatura comparada e da literatura-mundo, tendo numerosos livros publicados e cerca de duzentos artigos e capítulos de livros publicados, em revistas e editoras nacionais e internacionais. A sua obra foi reconhecida com a atribuição de diversos prémios como o Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho, da Associação Portuguesa de Escritores; Ensaio APE/Portugal Telecom; Máxima Revelação; Association Internationale de Critiques Littéraires; e PEN Club. Recebeu também a Bolsa de Altos Estudos da UERJ (Brasil), ganhou o Prémio Vergílio Ferreira (Universidade de Évora) e foi-lhe atribuído o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade de Bucareste.
Fundou em 1998 e dirigiu, durante quinze anos, o Centro de Estudos Comparatistas (CEComp), unidade de investigação da FLUL financiada pela FCT. Desde então, o CEComp foi coordenado por Manuela Ribeiro Sanches (2013-2016), Fernanda Mota Alves (2016-2021) e Hélio Alves (2021—presente).
Professor Emérito | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 11/2023
Nota Biográfica
O Professor António Ventura licenciou-se em História, tendo obtido os títulos de Mestre (1988) e de Doutor (1993) em História Contemporânea na Faculdade de Letras, onde ainda prestou provas de Agregação em 2000. Iniciou o seu percurso profissional como docente do Ensino Secundário (1981), enquanto estudava na Faculdade de Letras, onde, posteriormente ingressou como Assistente Estagiário em 1986. Foi promovido a Professor Catedrático do Departamento de História em 2006, tendo assumido desde então a Vice-presidência do Conselho Científico, a Direção do Departamento de História, do Centro de História da Universidade de Lisboa, da Área de História e ainda da Revista da Faculdade de Letras. A proposta do Conselho Científico realça que as suas áreas de interesse científico são muito extensas, propondo um “roteiro de História social, desdobrando-se do dealbar de Oitocentos ao século XX, que, na última década e meia, se concentrou numa pluralidade de contributos decisivos para o estudo de uma instituição em particular, a Maçonaria portuguesa”.
Professora Emérita | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 11/2023
Nota Biográfica
A Professora Cristina Almeida Ribeiro fez a totalidade da sua formação académica na Faculdade de Letras, tendo obtido o grau de Licenciatura em Filologia Românica (1978), e o de Mestrado (1985) e de Doutoramento (1987) em Literatura Francesa, com provas de Agregação em 1996. Iniciou o seu percurso como docente do Ensino Básico e Secundário, mas foi à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa que dedicou grande parte da sua vida profissional, num percurso marcado pelos Estudos Franceses, Literatura Espanhola e Literatura Medieval. Na proposta que fundamenta o título pode ler-se que “a reclusão disciplinar nunca atraiu a Professora Cristina Ribeiro, que viu nas fronteiras de campo a oportunidade para compreender mais amplamente certos fenómenos ou para prestar serviço quando a instituição a que pertence dele precisou”. Foi promovida a Professora Catedrática do Departamento de Literaturas Românicas em 2004 e é membro do Centro de Estudos Comparatistas desde 2008.
Professor Emérito | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 11/2023
Nota Biográfica
O Professor Vítor Serrão licenciou-se em História (1974) na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Concluiu o Mestrado em História da Arte (1979) na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, enquanto exercia funções como Técnico Superior na Câmara Municipal de Sintra. Doutorou-se em História de Arte na Universidade de Coimbra, com a tese “A Pintura Proto-Barroca em Portugal 1612-1657”. Iniciou aí a sua carreira universitária. Em 1994 regressou à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde estudou e ensinou sobre o Renascimento, o Maneirismo e o Barroco em Portugal, e nos seus espaços de influência no mundo. Em 2009 fundou o ARTIS-Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras. O Conselho Científico considera que Vítor Serrão assumiu um papel estrutural na definição da disciplina da História da Arte em Portugal através da uma incessante “busca de redignificação do património artístico português”.
Professor Emérito | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2023
Nota Biográfica
Professor Catedrático Jubilado desta mesma instituição, desde Setembro de 2022, António M. Feijó licenciou-se em Estudos Anglo-Americanos, em 1977, na Faculdade de Letras, concluiu o mestrado em Literatura Inglesa, em 1979, na State University de New York, em Albany, e, em 1985, obteve o grau de Ph.D., pela Universidade de Brown (1985), com a tese "Mars Caecus. A Study of Wyndham Lewis (1909-1930)".
Foi professor da Faculdade de Letras entre 1986 e 2022, tendo assumido a Direção da escola entre 2008 e 2013, onde, nas palavras de Hermenegildo Fernandes, Membro do Conselho Científico da FLUL e Director da Área de História desta mesma Escola, “superou todas as inevitáveis dificuldades com um aristocrático à-vontade, tornando simples o difícil e fazendo de cada caso individual um centro”. Posteriormente, até 2019, foi Vice-Reitor da Universidade de Lisboa, tendo assumido entre 2019 e 2022 o cargo de Pró-Reitor.
É de realçar ainda que, durante a sua carreira, foi presidente do Conselho Geral Independente da RTP, entre 2014-18, Diretor Não-Executivo da Fundação da Casa de Mateus, entre 2017 e 2022, e administrador não executivo do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian, instituição que preside desde Maio de 2022.
O seu percurso de excelência contempla ainda a autoria de livros e dezenas de ensaios sobre tópicos de literatura inglesa, norte-americana e portuguesa, bem como traduções e dramaturgias para cena (Twelfth Night, Hamlet e King Lear de Shakespeare; de obras de Oscar Wilde e Fernando Pessoa, entre outros). As suas publicações mais recentes em livro incluem, em 2015, Uma Admiração Pastoril pelo Diabo (Pessoa & Pascoaes), Imprensa-Nacional Casa da Moeda; uma versão levemente alterada da sua tradução de Hamlet, de Shakespeare, em 2016; A Universidade como deve ser, com Miguel Tamen (Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2017); e, em 2020, O Cânone, de que foi um dos editores e autores.
Professora Emérita | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 02/2021
Nota Biográfica
Paula Morão é Professora Catedrática do Departamento de Literaturas Românicas da Faculdade. Licenciou-se em Filologia Românica pela Faculdade de Letras em 1974, ano em que iniciou a sua carreira universitária como assistente na Faculdade de Letras, trabalhando com o Professor Doutor Jacinto do Prado Coelho. Em 1988 completou o Doutoramento em Literatura Portuguesa.
As suas principais áreas de investigação e de ensino são Literatura Portuguesa dos séculos XIX a XXI, Literatura Autobiográfica, Crítica Textual aplicada a textos modernos, relações entre Literatura e Artes.
Entre 1998 e 2000 foi presidente da comissão executiva do Departamento de Literaturas Românicas da Faculdade de Letras, e vice-presidente do conselho científico da Faculdade de 2002 a 2004. Foi Diretora da Área de Literaturas Artes e Culturas entre 2011 e 2013.
Membro do Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras, coordena uma equipa de investigação sobre auto-representação na literatura e nas artes. Entre Abril 2007 e Novembro 2009 exerceu as funções de Directora-Geral do Livro e das Bibliotecas. É, desde Dezembro de 2016, Directora do ICLP - Instituto de Cultura e Língua Portuguesa.
Professor Emérito | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
Nota Biográfica
José Barata-Moura licenciou-se pela Faculdade de Letras da ULisboa em 1969, instituição onde completou o Doutoramento em 1980. Tendo iniciado funções docentes em 1971, ascendeu a Professor Catedrático da FLUL em 1986. Foi Reitor da Universidade de Lisboa entre 1998 e 2006.
Professora Emérita | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
Nota Biográfica
Professora Catedrática do Departamento de Linguística Geral e Românica da FLUL, Inês Duarte foi Diretora da Área de Ciências da Linguagem da FLUL entre 2013 e 2017 e Vice-Reitora da Universidade de Lisboa entre 2006 e 2009.
Professor Emérito | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 12/2014
Nota Biográfica
O Professor Doutor Ivo Castro destacou-se no panorama das Humanidades, como linguista que transpôs fronteiras e viajou pelos Estudos Literários e pela História, e como investigador reconhecido internacionalmente nas áreas que mais cultivou ao longo da sua carreira - a História da Língua e a Crítica Textual. A sua vasta obra publicada inclui mais de uma centena de volumes. Ivo Castro desempenhou ainda um papel proeminente na criação do Departamento de Linguística Geral e Românica e da Área de Ciências da Linguagem da Faculdade de Letras da ULisboa, sendo figura de referência do Centro de Linguística da ULisboa e da investigação em Humanidades.
Doutoramento Honoris Causa
A Universidade de Lisboa confere o título de Doutor Honoris Causa a personalidades de reconhecido mérito, nacionais ou estrangeiras, que se tenham distinguido nas áreas académica, científica, profissional, cultural, artística, cívica ou política, ou que tenham prestado serviços relevantes à Universidade, ao País ou à Humanidade.
Este título não poderá ser atribuído a docentes em exercício na Universidade de Lisboa, a doutorados pela mesma instituição, nem a professores aposentados ou jubilados desta Universidade ou das instituições que estiveram na sua origem.
Conheça todos os Doutores Honoris Causa pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Função: Historiador | País: Estados Unidos | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 06/2024
Nota Biográfica
Stuart B. Schwartz estudou no Middlebury College e na Universidade Nacional do México e obteve o seu mestrado e doutoramento na Universidade de Columbia (1968). Lecionou na Universidade do Minnesota e é atualmente George Burton Adams Professor of History na Universidade de Yale. Foi Guggenheim Fellow, Fellow do Institute for Advanced Study (Princeton) e duas vezes ACLS Fellow. Foi Presidente da Conferência de História da América Latina, membro do Conselho da AHA, candidato a Presidente da AHA (2002) e coeditor da Hispanic American Historical Review (1996-2001).
Stuart B. Schwartz é especialista em história da América Latina colonial, especialmente em história do Brasil e história da expansão moderna. É autor de vários livros: Sovereignty and Society in Colonial Brazil (1973); Sugar Plantations in the Formation of Brazilian Society (1984); Slaves, Peasants, and Rebels (1992); All Can Be Saved: Religious Tolerance and Salvation in the Iberian Atlantic World (2008); Sea of Storms: A History of Hurricanes in the Greater Caribbean from Columbus to Katrina (2015). Foi coautor (com James Lockhart) de Early Latin America (1983) e editor de A Governor and His Image in Colonial Brazil (1976); Implicit Understandings: Observing, Reporting, and Reflecting on the Encounters Between Europeans and Other Peoples in the Early Modern Era (1994); Tropical Babylons: Sugar and the making of the Atlantic World (2004). Com F. Salomon, foi editor da Cambridge History of Native Peoples of the Americas, Vol. 3, South America (2 vols., 1999).
Atualmente, integra o conselho editorial de 12 revistas científicas em sete países. Em 2000, recebeu a Ordem do Cruzeiro do Sul, a mais alta condecoração do Brasil para estrangeiros, em reconhecimento às suas contribuições para a história brasileira. É detentor de quatro doutoramentos honoris causa por parte de universidades brasileiras e americanas e de uma cidadania honorária da cidade de Salvador, Bahia, tendo sido admitido na Academia Americana de Artes e Letras em 2012.
Função: Musico | País: Áustria | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 04/2022
Nota Biográfica
O Professor António Ventura licenciou-se em História, tendo obtido os títulos de Mestre (1988) e de Doutor (1993) em História Contemporânea na Faculdade de Letras, onde ainda prestou provas de Agregação em 2000. Iniciou o seu percurso profissional como docente do Ensino Secundário (1981), enquanto estudava na Faculdade de Letras, onde, posteriormente ingressou como Assistente Estagiário em 1986. Foi promovido a Professor Catedrático do Departamento de História em 2006, tendo assumido desde então a Vice-presidência do Conselho Científico, a Direção do Departamento de História, do Centro de História da Universidade de Lisboa, da Área de História e ainda da Revista da Faculdade de Letras. A proposta do Conselho Científico realça que as suas áreas de interesse científico são muito extensas, propondo um “roteiro de História social, desdobrando-se do dealbar de Oitocentos ao século XX, que, na última década e meia, se concentrou numa pluralidade de contributos decisivos para o estudo de uma instituição em particular, a Maçonaria portuguesa”.
Função: Historiador | País: França | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 03/2022
Nota Biográfica
René Pélissier (Nanterre,1935), Doctorat d’État ès lettres pela Universidade da Sorbonne em 1975, com a tese intitulada Résistances et révoltes en Angola. 1845-1961, foi distinguido em 1978 com o Prix Kastner-Boursault, da Academia Francesa.
Com uma vasta obra bibliográfica, destacam-se como obras maiores do seu percurso como historiador, as monografias que redigiu sobre quatro colónias portuguesas: Les guerres grises. Résistances et révoltes en Angola (1845-1941), La colonie du Minotaure. Nationalismes et révoltes en Angola (1926-1961), Naissance du Mozambique. Résistances et révoltes anticoloniales (1854-1918), Timor en guerre. Le crocodile et les Portugais (1847-1913), Naissance de Ia Guinée. Portugais et Africains en Sénégambie (1841-1936), bem como a síntese publicada, posteriormente, sobre o terceiro império: Les campagnes coloniales du Portugal (1844-1941).
René Pélissier construiu, ao longo de uma vida muito prolífica, uma biblioteca de mais de 12.000 obras publicadas depois de 1820, a maior parte delas sobre o antigo império português, um espólio que encontra agora também uma nova casa na Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Função: Actor | País: Portugal | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 04/2021
Nota Biográfica
Tem Licenciatura em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa. Estudou na London Film School. Fundou e dirigiu, com Luís Miguel Cintra, o Teatro da Cornucópia (1973/79). Bolseiro da Fundação Gulbenkian, estagiou em Berlim junto de Peter Stein e em Milão junto de Giorgio Strehler. É autor do libreto de Le Château dês Carpathes (baseado em Júlio Verne) de Philippe Hersant, das peças Seis Rapazes Três Raparigas, António, Um Rapaz de Lisboa, O Fim ou Tende Misericórdia de Nós, Prometeu, Num País Onde Não Querem Defender os Meus Direitos, Eu Não Quero Viver baseado em Kleist, de Não Sei (em colaboração com Miguel Borges), O Navio dos Negros, A Fala Da Criada Dos Noailles Que No Fim De Contas Vamos Descobrir Chamar-Se Também Séverine Numa Noite Do Inverno De 1975, Em Hyères, Sala Vip e O Grande Dia da Batalha. Fundou em 1995 a sociedade Artistas Unidos de que é director artístico. Realizou as longas-metragens Passagem ou A Meio Caminho, Ninguém Duas Vezes, Agosto, Coitado do Jorge, António, Um Rapaz de Lisboa, a curta-metragem A Felicidade. E os documentários António Palolo e Joaquim Bravo, Évora, 1985, etc, etc, Felicidades, Conversa com Glicínia, Conversas em Leça em Casa de Álvaro Lapa, Nikias Skapinakis - O Teatro dos Outros, Álvaro Lapa: A Literatura, António Sena, A Mão Esquiva, Ângelo de Sousa: Tudo o que sou capaz, A Gravura: Esta Mútua Aprendizagem, Bartolomeu Cid dos Santos / Por Terras Devastadas, Ana Vieira: e o que não é visto, Nikias Skapinakis (continuando) 2012, A África de José Guimarães, Ainda não Acabámos, como se fosse uma carta, Sofia Areal: Um Gabinete Anti-dor e Fernando Lemos – como? Não é retrato?. Traduziu obras de Carlo Goldoni, Luigi Pirandello, Oscar Wilde, Bertolt Brecht, Georg Büchner, Lovecraft, Michelangelo Antonioni, Pier Paolo Pasolini, Heiner Müller, Harold Pinter e Max Frisch, entre outros.
Função: Actor | País: Espanha | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 04/2021
Nota Biográfica
Nasceu em Madrid em 1949. Iniciou a sua carreira de actor e encenador em 1968 no Grupo de Teatro da Faculdade de Letras de Lisboa. Frequentou a Bristol Old Vic Theater School em Inglaterra. Em 1973 fundou em Lisboa com Jorge Silva Melo o Teatro da Cornucópia que desde essa data dirigiu, a partir dos anos 80, com Cristina Reis, e onde durante 43 anos encenou e representou textos de todo o repertório teatral. Em 1984 participou com o seu grupo no Festival de Teatro da Bienal de Veneza. Ainda em 1988 encenou para o Festival de Avignon, com Maria de Medeiros, o espectáculo La Mort du Prince et Autres Fragments de Fernando Pessoa que voltou a apresentar no ano seguinte, no Festival de Outono de Paris. Em 1991 apresentou-se com o Teatro da Cornucópia em Bruxelas por ocasião da Europália e em Udine para uma das sessões de L'École des Maîtres que lhe foi dedicada. Em 1997 interpretou no Théâtre de la Commune-Pandora, AubervilliersParis, Sertorius de Pierre Corneille, enc. de Brigitte Jaques. Em 2005 encenou no Teatro de la Abadía de Madrid Comedia sin Título de Federico Garcia Lorca. Como encenador de ópera, encenou no Teatro de S. Carlos em Lisboa L'Enfant et les Sortilèges de Ravel e Dido e Eneias de Purcell em 1987; As Bodas de Figaro de Mozart em 1988, L’Isola Disabitata de Haydn em 1997; Jeanne d’Arc au Bûcher de Honneger/Claudel em 2003, Medea de Cherubini em 2005, Dialogues des Carmélites dePoulenc em 2016 e The Rape of Lucrecia de Britten em 2018. Sob a direcção musical de João Paulo Santos, encenou, além destas duas últimas: em 1990, em co-produção com a R.T.P., no Teatro da Cornucópia, Façade e O Urso de William Walton; em 1996, na Culturgest, The Strangler de Martinu; em 2000, em co-produção do Teatro da Cornucópia/Culturporto/Teatro Nacional de S.Carlos/Orquestra Nacional do Porto, The English Cat de H.W.Henze/E.Bond e em 2004 Le Vin Herbé de Frank Martin para o Teatro Aberto. Como recitante colaborou com o Coro do Teatro Nacional de S. Carlos, com o Coro Gulbenkian, e com Nuno Vieira de Almeida em recitais com obras de HansWerner Henze, Honneger, Schubert, Lizt, Satie, Poulenc e Garcia Lorca. Para o Teatro de S. Carlos fez a direcção de actores e interpretou o papel titular de Manfred de Schumann/Byron sob a direcção musical de Marko Letonja. Faz regularmente recitais de poesia e gravou a leitural integral para a rádio de Viagens na Minha Terra de A. Garrett e, em cassette, Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco. Gravou CDs com poemas de Fernando Pessoa, Sophia de Mello Breyner, Ruy Belo, Camões, Antero de Quental, Gastão Cruz, dois sermões de António Vieira, todas as Canções de Camões e o Apocalipse de João. No cinema interpretou filmes de João César Monteiro, Paulo Rocha, Luis Filipe Rocha, Solveig Nordlund, Jorge Silva Melo, Manoel de Oliveira, Christine Laurent, José Álvaro de Morais, Pedro Costa, Joaquim Pinto, Maria de Medeiros, Patrick Mimouni, Teresa Vilaverde, João Botelho, Pablo Llorca, Jorge Cramez, John Malkovich, Raquel Freire, Jean-Charles Fitoussi, Catarina Ruivo, Margarida Gil, João Constâncio, João Nicolau.
Função: Médica | País: Estados Unidos | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 01/2019
Nota Biográfica
Rita Charon é médica de clínica geral (Harvard) e especialista em literatura pela Universidade de Columbia, em Nova Iorque, EUA. Tem uma pequena clínica de medicina geral e familiar num bairro carenciado de imigrantes em Manhattan. Dá formação a estudantes sobre a linguagem da medicina, sobre como construir relações cooperantes com os pacientes e como usar a imaginação no cuidado de doentes. Ao criar o Programa em Medicina Narrativa em Columbia, em 2000, Rita Charon reuniu especialistas das humanidades e das ciências sociais, além de médicos, enfermeiros, assistentes sociais e psicanalistas, para, juntos, pensarem como o uso de histórias pode melhorar os cuidados de saúde.
O Programa, sob a sua direção, tem constituído um alicerce educativo sólido para clínicos e formandos de muitas áreas disciplinares e vários níveis de formação. Em 2009 foi aberto em Columbia o Mestrado de Ciência em Medicina Narrativa, atraindo tanto clínicos em todos os estágios da carreira como escritores, poetas, humanistas, jornalistas e jovens estudantes. Recentemente, em 2018, foi criado o Departamento de Humanidades Médicas da Universidade de Columbia sob a direção da Professora Charon.
Rita Charon foi laureada com uma bolsa Guggenheim, uma residência na Fundação Rockefeller em Bellagio e vários prémios de mérito de associações médicas e literárias. Ensina e publica extensivamente sobre áreas da medicina narrativa. É autora de Narrative Medicine: Honoring the Stories of Illness (2008) e coeditora de Stories Matter: TheRole of Narrative in Medical Ethics (2002), Psychoanalysis and Narrative Medicine (2008) e The Principles andPractice of Narrative Medicine (2017). Trabalha atualmente num volume sobre Henry James.
Função: Professor Emérito | País: França | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 01/2018
Nota Biográfica
Reputado historiador, insigne humanista, distinto académico, Roger Chartier é Professor Emérito do Collège de France e é Professor Visitante de Universidades Europeias e Americanas.
Foi Directeur de Recherches na École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris. Nos últimos anos representou a Cátedra do Collège de France na Universidade de Lisboa.
Distinguido com Prémios de Ciência, é Doutor Honoris Causa por distintas Universidades Europeias e Americanas. Senhor de uma vasta obra científica traduzida nas principais línguas de Cultura e Ciência, Roger Chartier tem contribuído de forma singular para a preservação e valorização do Património histórico e do Legado cultural em Língua Portuguesa.
Função: Pré-historiador | País: França | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 01/2018
Nota Biográfica
Jean Guilaine é um eminente pré-historiador francês, nascido em Carcassonne, Aude, a 24 Dezembro de 1936.
Entre 1974 e 1994 ocupou o cargo de Diretor de Investigação do Centre National de la Recherche Scientifique (Directeur de recherche au CNRS). Entre 1994 e 2007 foi Professor no Colégio de França.
Desde 2011 que Jean Guilaine é membro efetivo da l’Académie des Inscriptions et Belles Lettres.
Autor de inúmeros livros e de centenas de artigos sobre as sociedades pré-históricas da bacia do Mediterrâneo. São também de sua autoria alguns dos mais decisivos estudos sobre o Neolítico em Portugal.
Professor Emérito | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 12/2014
Nota Biográfica
O Professor Doutor Ivo Castro destacou-se no panorama das Humanidades, como linguista que transpôs fronteiras e viajou pelos Estudos Literários e pela História, e como investigador reconhecido internacionalmente nas áreas que mais cultivou ao longo da sua carreira - a História da Língua e a Crítica Textual. A sua vasta obra publicada inclui mais de uma centena de volumes. Ivo Castro desempenhou ainda um papel proeminente na criação do Departamento de Linguística Geral e Românica e da Área de Ciências da Linguagem da Faculdade de Letras da ULisboa, sendo figura de referência do Centro de Linguística da ULisboa e da investigação em Humanidades.
Professor Emérito | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
Nota Biográfica
José Barata-Moura licenciou-se pela Faculdade de Letras da ULisboa em 1969, instituição onde completou o Doutoramento em 1980. Tendo iniciado funções docentes em 1971, ascendeu a Professor Catedrático da FLUL em 1986. Foi Reitor da Universidade de Lisboa entre 1998 e 2006.
Professora Emérita | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
Nota Biográfica
Professora Catedrática do Departamento de Linguística Geral e Românica da FLUL, Inês Duarte foi Diretora da Área de Ciências da Linguagem da FLUL entre 2013 e 2017 e Vice-Reitora da Universidade de Lisboa entre 2006 e 2009.
Professor Emérito | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
Nota Biográfica
José Barata-Moura licenciou-se pela Faculdade de Letras da ULisboa em 1969, instituição onde completou o Doutoramento em 1980. Tendo iniciado funções docentes em 1971, ascendeu a Professor Catedrático da FLUL em 1986. Foi Reitor da Universidade de Lisboa entre 1998 e 2006.
Professora Emérita | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
Nota Biográfica
Professora Catedrática do Departamento de Linguística Geral e Românica da FLUL, Inês Duarte foi Diretora da Área de Ciências da Linguagem da FLUL entre 2013 e 2017 e Vice-Reitora da Universidade de Lisboa entre 2006 e 2009.
Professor Emérito | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
Nota Biográfica
José Barata-Moura licenciou-se pela Faculdade de Letras da ULisboa em 1969, instituição onde completou o Doutoramento em 1980. Tendo iniciado funções docentes em 1971, ascendeu a Professor Catedrático da FLUL em 1986. Foi Reitor da Universidade de Lisboa entre 1998 e 2006.
Professora Emérita | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
Nota Biográfica
Professora Catedrática do Departamento de Linguística Geral e Românica da FLUL, Inês Duarte foi Diretora da Área de Ciências da Linguagem da FLUL entre 2013 e 2017 e Vice-Reitora da Universidade de Lisboa entre 2006 e 2009.
Professor Emérito | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
Nota Biográfica
José Barata-Moura licenciou-se pela Faculdade de Letras da ULisboa em 1969, instituição onde completou o Doutoramento em 1980. Tendo iniciado funções docentes em 1971, ascendeu a Professor Catedrático da FLUL em 1986. Foi Reitor da Universidade de Lisboa entre 1998 e 2006.
Professora Emérita | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
Nota Biográfica
Professora Catedrática do Departamento de Linguística Geral e Românica da FLUL, Inês Duarte foi Diretora da Área de Ciências da Linguagem da FLUL entre 2013 e 2017 e Vice-Reitora da Universidade de Lisboa entre 2006 e 2009.
Professor Emérito | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
Nota Biográfica
José Barata-Moura licenciou-se pela Faculdade de Letras da ULisboa em 1969, instituição onde completou o Doutoramento em 1980. Tendo iniciado funções docentes em 1971, ascendeu a Professor Catedrático da FLUL em 1986. Foi Reitor da Universidade de Lisboa entre 1998 e 2006.
Professora Emérita | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
Nota Biográfica
Professora Catedrática do Departamento de Linguística Geral e Românica da FLUL, Inês Duarte foi Diretora da Área de Ciências da Linguagem da FLUL entre 2013 e 2017 e Vice-Reitora da Universidade de Lisboa entre 2006 e 2009.
Professor Emérito | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
Nota Biográfica
José Barata-Moura licenciou-se pela Faculdade de Letras da ULisboa em 1969, instituição onde completou o Doutoramento em 1980. Tendo iniciado funções docentes em 1971, ascendeu a Professor Catedrático da FLUL em 1986. Foi Reitor da Universidade de Lisboa entre 1998 e 2006.
Professora Emérita | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
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Professora Catedrática do Departamento de Linguística Geral e Românica da FLUL, Inês Duarte foi Diretora da Área de Ciências da Linguagem da FLUL entre 2013 e 2017 e Vice-Reitora da Universidade de Lisboa entre 2006 e 2009.
Professor Emérito | Proponente: Faculdade de Letras | Data de atribuição: 09/2020
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O Conselho Pedagógico assegura sempre o anonimato das exposições, mesmo que não seja solicitado pelo estudante. Exceptuam-se os casos que, pela sua natureza, não o permitam, como exposições relativas a notas ou a situações envolvendo um estudante em particular.
Caso a exposição tenha sido feita por escrito, via email, o Conselho Pedagógico pode convocar o estudante queixoso para uma reunião presencial.
A resolução do problema passará necessariamente pela audição de todas as partes envolvidas.
pode ser feita presencialmente, em reunião marcada com o/a Presidente do Conselho Pedagógico, utilizando o email indicado; ainda assim, será pedido ao estudante que faça posteriormente uma exposição por escrito.
Como é tratada uma exposição enviada ao Conselho Pedagógico?
1. A exposição é analisada, primeirmente, pela Presidência do Conselho Pedagógico. Para resolver a situação exposta, o/a Presidente do Conselho Pedagógico poderá envolver, em função das especificidades do caso:
o docente representante, no Conselho Pedagógico, da área do curso em causa;
a Direcção do curso frequentado pelo/a estudante; Encontra aquia identificação dos Directores de curso e respectivos contactos.
a Direcção da área a que pertence o curso frequentado pelo/a estudante; Encontra aquiinformação sobre as 4 áreas da FLUL e a indicação dos respectivos Directores.
o Director da FLUL.
2. Quando se tiver chegado a uma solução para o problema exposto, o estudante receberá resposta por email, podendo ser chamado para uma reunião de esclarecimento.
Além da Direcção do curso e do Conselho Pedagógico, há outras formas de expor um problema?
Requerimentos à presidência do Conselho Pedagógico
Um requerimento de teor pedagógico consiste num pedido de excepção às normas expostas no Regulamento de Avaliação dos Estudantes. Os requerimentos mais comuns incidem sobre o regime de inscrições e a avaliação.
1. Como se faz chegar um requerimento ao Conselho Pedagógico?
Deve ser preenchido o formulário que está disponível no Fenix.
2. Como é tratado um requerimento?
O requerimento é analisado pelo/a Presidente do Conselho Pedagógico, que pode solicitar o apoio da Direcção da FLUL, dos Directores de curso, dos Directores de Área e dos Serviços Académicos para a instrução de uma resposta.
O Conselho Pedagógico aplica o Regulamento de Avaliação dos Estudantes. Eventuais pedidos de excepção ao regulamento vigente devem ser devidamente fundamentados e documentados.